Sobre a despedida do GOAT do basquete brasileiro, um ídolo pra todas as gerações de jogadores de basquete. O autógrafo que usei nesse desenho foi pego por mim mesmo em 2005 (antes das câmeras estarem em nossas mãos a qualquer momento), em um jogo entre Telemar vs Universo em Brasília. o time do telemar, ao qual Oscar era técnico, era cheio de estrelas como Marcelinho, Demetrius e Ratto, mas eu fiz questão de caçar o Oscar por todo ginásio até conseguir o autógrafo do meu idolo. Oscar nunca jogou na NBA, nunca foi o jogador mais atlético nem o mais espetacular, mas um ídolo vai muito além do que se faz dentro de quadra...A mensagem que Oscar sempre passou de que nao existe Mão Santa e sim Mão treinada, eu sempre carreguei para a minha vida pessoal como desenhista e aconselho todos a também o fazer. Descanse em paz, ídolo.
About the farewell of the GOAT of Brazilian basketball, an idol for generations of players — Oscar Schmidt.
The autograph I used in this drawing was collected by me back in 2005 (before we had cameras in our hands all the time), at a game between Telemar vs. Universo in Brasília. The Telemar team, which Oscar coached, was full of stars like Marcelinho, Demetrius, and Ratto, but I made a point of chasing Oscar all around the arena until I finally got my idol’s autograph.
Oscar never played in the NBA, was never the most athletic or the most spectacular player, but an idol goes far beyond what happens on the court… The message he always shared — that there’s no “magic hand,” only a trained hand — is something I’ve carried into my personal life as an artist, and I encourage everyone to do the same.
Rest in peace, idol.